domingo, 3 de junho de 2012
Comitê de Cidades Sustentáveis define propostas para o tema "Matriz Energética"
Nesta manhã de domingo, 3 de junho, os delegados do Comitê "Cidades Sustentáveis" do São Paulo+20 finalizaram a discussão relacionada à Matriz Energética, com propostas das delegações do Brasil e da Dinamarca. As propostas apresentaram pontos complementares e foram unificadas.
A delegação do Brasil formulou uma nova proposta de desenvolvimento, visando estabelecer um estudo aprofundado de cada nação e de suas reais necessidades, com pesquisas avançadas. Após isto, as informações serão colhidas e cada nação representada buscará as condições adequadas para a aplicação de mudanças e de investimentos nas áreas correspondentes. A delegação do Brasil afirmou ainda que, neste processo, o Brasil pensará na melhor maneira de evitar custos altos e buscar tanto o plano nacional, por meio de projetos sociais, quanto o cenário de cooperação internacional.
A delegação da Dinamarca, por sua vez, propôs a divisão dos países em dois grupos. O primeiro, formado por aqueles que buscarão melhorias internamente, apenas. O segundo, formado por aqueles que desejam melhorar tanto internamente, quanto externamente. Para os dois casos, foi proposto que os países devem investir em fontes renováveis de energia, em educação ambiental, em pesquisas e em parcerias com Instituições para diminuir os custos.
Pela manhã, as discussões desviaram-se de seus respectivos focos, em alguns momentos, mas as delegações da Alemanha e da Dinamarca colaboraram para que as discussões retomassem o rumo adequado. Após o coffee break da manhã, todos os delegados começaram a redigir as resoluções, com base nesta 2 propostas do Brasil e da Dinamarca. A Dinamarca ressaltou que o objetivo de sua proposta é a mobilização internacional para o desenvolvimento sustentável e a cooperação dos países, de maneira que ninguém saia prejudicado.
Ao final das rodadas de negociação da manhã, a Resolução conjunta das delegações de Brasil e Dinamarca estipulou que em 2013 devem se iniciar as pesquisas e os países devem se adequar ao desenvolvimento sustentável. Até 2015, os Estados presentes na reunião devem ter um projeto concreto em mãos, verificando junto aos outros países a melhor forma de aplicabilidade, conforme necessidades e condições de cada um dos Estados. Em 2016, terão início as práticas relevantes apresentadas nos estudos. Será criada uma comissão de avaliação regida pelo PNUMA (Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente), para fiscalizar o cumprimento das metas. Já de 2019 a 2039, os países devem já apresentar um número significativo de mudanças e melhorias, tanto em suas respectivas nações, quanto em países que necessitam de recursos.
Isto finalizou as rodadas de negociações da manhã. Hoje à tarde, serão definidos os pontos importantes com relação ao Turismo Sustentável.
Palestra sobre sacolas plásticas põe em debate economia, legislação e meio ambiente
Palestra de Ricardo Felício rebate os argumentos que apoiam o desenvolvimento sustentável
sexta-feira, 1 de junho de 2012
Proibição das sacolas plásticas será tema de palestra no São Paulo + 20
quinta-feira, 31 de maio de 2012
Palestra de Ricardo Felício no São Paulo+20 abre espaço para ambientalistas que negam o Aquecimento Global
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| Reprodução |
quarta-feira, 30 de maio de 2012
Principais cidades do mundo já discutem sobre políticas ambientais desde 2011
Editado em 31 de maio de 2012, às 15h10
Em 2011, ocorreu na capital paulista C-40, evento no qual 40 prefeitos das cidades mais importantes do mundo se reuniram no Centro de Convenções do Ibirapuera para discutir sobre os efeitos do aquecimento e estratégias que foram utilizadas em suas cidades.
terça-feira, 29 de maio de 2012
Por mudanças, projeto para cidades mais sustentáveis pressiona governos
sexta-feira, 25 de maio de 2012
Polêmico, Ricardo Felício confirma palestra no SP+20
domingo, 22 de abril de 2012
No Dia da Terra, protesto contra alterações no Código Florestal
Um grupo de ambientalistas promoveu no fim da manhã de hoje (22), no Rio de Janeiro, um ato simbólico para marcar o Dia da Terra. Eles estenderam faixas e cartazes na areia da Praia de Copacabana em protesto contra a proposta de alteração do Código Florestal Brasileiro e a construção da Usina Hidrelétrica de Belo Monte.
Organizada pelo Comitê Fluminense pelas Florestas, com apoio do Grupo de Trabalho do Rio de Janeiro de Mobilização para a Cúpula dos Povos (GT Rio) e da organização não governamental (ONG) Greenpeace, a manifestação seria uma passeata pela orla de Copacabana. Mas, por causa da chuva que atinge a capital fluminense neste domingo, no entanto, o grupo decidiu transferir o protesto para a área em frente ao Hotel Copacabana Palace e marcar um novo dia para promover a Marcha pelo Meio Ambiente. A data da marcha ainda será definida.
Para uma das organizadoras do movimento, Elzimar Gomes da Silva, apesar de a chuva ter atrapalhado os planos iniciais do grupo, o protesto foi importante para alertar os cidadãos sobre essas questões. “Precisamos continuar a luta para mobilizar a população e mostrar que queremos um Código Florestal melhor, que respeite o campo. As manobras políticas e a maneira como o meio ambiente está sendo desconsiderado são questões relevantes. Do jeito que está, o código autoriza a ocupação em manguezal, em topo de morro e várias outras questões que são prejudiciais ao meio ambiente”, explicou.
A coordenadora do grupo de voluntários do Greenpeace no Rio, Vânia Stolze, que também participou do protesto, criticou a decisão do relator do novo Código Florestal, deputado Paulo Piau (PMDB-MG), de retirar do texto aprovado pelo Senado o Artigo 62, referente às áreas de preservação permanente (APPs) às margens de rios, que, segundo o deputado, trata-se de um assunto que deve ser abordado em outro momento, por meio de projeto de lei ou medida provisória.
“É escandaloso ter a margem dos rios desprotegida. O Brasil precisa da sua água, toda a nossa geração de energia é feita praticamente a partir de hidrelétricas. As alterações propostas no relatório geram um retrocesso muito grande”, opinou. Vânia Stolze disse ainda que a construção da Usina Hidrelétrica de Belo Monte é “muito preocupante” pelo impacto ambiental “sem medida” que gera.
“A energia elétrica que será gerada não vai favorecer o Sudeste, que é quem mais precisa no país, mas as siderúrgicas que estão instaladas lá perto. Além disso, há questões como o desvio do Rio Xingu e a retirada de um enorme volume de terra para a sua construção, que vão gerar desmatamentos e outras consequências sobre as quais nem temos noção”.
Vânia lamentou ainda que o Brasil não tenha resolvido essas questões antes da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio 20. “Os ambientalistas estão muito desanimados porque, com a realização da conferência, o mundo todo vira os olhos para cá. O país pode se desenvolver, mas sem agredir tanto o meio ambiente”, disse.
Da Agência Brasil
Ambientalistas festejam Dia da Terra com protesto
Um grupo de ambientalistas promoveu no fim da manhã deste domingo, no Rio de Janeiro, um ato simbólico para marcar o Dia da Terra. Eles estenderam faixas e cartazes na areia da Praia de Copacabana em protesto contra a proposta de alteração do Código Florestal Brasileiro e a construção da Usina Hidrelétrica de Belo Monte.
Organizada pelo Comitê Fluminense pelas Florestas, com apoio do Grupo de Trabalho do Rio de Janeiro de Mobilização para a Cúpula dos Povos (GT Rio) e da organização não governamental (ONG) Greenpeace, a manifestação seria uma passeata pela orla de Copacabana. Mas, por causa da chuva que atinge a capital fluminense, no entanto, o grupo decidiu transferir o protesto para a área em frente ao Hotel Copacabana Palace e marcar um novo dia para promover a Marcha pelo Meio Ambiente. A data da marcha ainda será definida.
Para uma das organizadoras do movimento, Elzimar Gomes da Silva, apesar de a chuva ter atrapalhado os planos iniciais do grupo, o protesto foi importante para alertar os cidadãos sobre essas questões. "Precisamos continuar a luta para mobilizar a população e mostrar que queremos um Código Florestal melhor, que respeite o campo. As manobras políticas e a maneira como o meio ambiente está sendo desconsiderado são questões relevantes. Do jeito que está, o código autoriza a ocupação em manguezal, em topo de morro e várias outras questões que são prejudiciais ao meio ambiente", explicou.
A coordenadora do grupo de voluntários do Greenpeace no Rio, Vânia Stolze, que também participou do protesto, criticou a decisão do relator do novo Código Florestal, deputado Paulo Piau (PMDB-MG), de retirar do texto aprovado pelo Senado o Artigo 62, referente às áreas de preservação permanente (APPs) às margens de rios, que, segundo o deputado, trata-se de um assunto que deve ser abordado em outro momento, por meio de projeto de lei ou medida provisória. "É escandaloso ter a margem dos rios desprotegida. O Brasil precisa da sua água, toda a nossa geração de energia é feita praticamente a partir de hidrelétricas. As alterações propostas no relatório geram um retrocesso muito grande", opinou.
Vânia Stolze disse ainda que a construção da Usina Hidrelétrica de Belo Monte é "muito preocupante" pelo impacto ambiental "sem medida" que gera. "A energia elétrica que será gerada não vai favorecer o Sudeste, que é quem mais precisa no país, mas as siderúrgicas que estão instaladas lá perto. Além disso, há questões como o desvio do Rio Xingu e a retirada de um enorme volume de terra para a sua construção, que vão gerar desmatamentos e outras consequências sobre as quais nem temos noção".
Vânia lamentou ainda que o Brasil não tenha resolvido essas questões antes da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20. "Os ambientalistas estão muito desanimados porque, com a realização da conferência, o mundo todo vira os olhos para cá. O País pode se desenvolver, mas sem agredir tanto o meio ambiente", disse.
Também foram programados protestos em outras cidades do País. Em Brasília, a organização não governamental ambientalista WWF programou um voo do balão da ONG na Esplanada dos Ministérios, no coração da capital do País. O balão é famoso por estampar um urso-panda, logomarca da WWF. A esplanada concentra a programação do aniversário de 52 anos de Brasília.
Google "se transforma" em flor para comemorar Dia da Terra
O logo do Google, conhecido como doodle, se transforma em flores para comemorar o Dia da Terra, neste domingo. A data seguida pelo Google foi criada pelo senador americano Gaylord Nelson, em 22 de abril de 1970.
O dia tem como objetivo resgatar a consciência e direcioná-la para problemas de contaminação e conservação da biodiversidade no planeta.
Os doodles do Google
O Google costuma comemorar datas importantes para a humanidade, como aniversários de invenções e personalidades ligadas à cultura e à política, por exemplo, com customizações do logo na página inicial do site de buscas. O primeiro doodle surgiu em 1998, quando os fundadores do Google criaram um logotipo especial para informar aos usuários do site que eles estavam participando do Burning Man, um festival de contracultura realizado anualmente nos Estados Unidos. O sucesso foi tão grande que hoje a companhia tem uma equipe de designers voltada especialmente para a criação dos logotipos especiais. Já foram criados mais de 300 doodles nos Estados Unidos e mais de 700 para o resto do mundo.


